Ambiente & Cidadania, Artes & Cultura, Cartas da Terra, Rubricas

Carta a Einstein

Caríssimo Albert, Antes de mais peço-lhe que me perdoe a presunção. E a ousadia de não o deixar sossegado onde estiver. Não me conhece nem tenho referências ou notoriedades que abonem por mim. Acontece que, nestes tempos em que vivo, a inteligência artificial está em grande desenvolvimento. E no que toca a inteligência, você é… Continue reading Carta a Einstein

Artes & Cultura, Nas Asas da Poesia, Rubricas

Era uma vez um anão gigante – Canto III

Canto I   Era uma vez um anão que tinha sonhos gigantes. Mesmo desperto sonhava coisas tão exuberantes Que a vizinhança o dizia meio homem, meio tolo, Pão mal cozido na côdea e claro está, no miolo.   Pois era tão desmedido na fome de o mundo ver Que o seu olhar se parecia com… Continue reading Era uma vez um anão gigante – Canto III

Ambiente & Cidadania, Fotossíntese, Rubricas

Fotossíntese – Por um cabelo mais sólido!

O destaque desta rubrica é aquele lugar da mansão que paramos pouco tempo para contemplar: a nossa casa de banho! Será que esta divisão da casa não merece maior atenção ao pormenor? Já repararam bem na quantidade de lixo, essencialmente embalagens, que faz a mais pequena parte da casa (se não compararmos com a despensa,… Continue reading Fotossíntese – Por um cabelo mais sólido!

Artes & Cultura, Nas Asas da Poesia, Rubricas

Era uma vez um anão gigante – Canto II

Canto I   Era uma vez um anão que tinha sonhos gigantes. Mesmo desperto sonhava coisas tão exuberantes Que a vizinhança o dizia meio homem, meio tolo, Pão mal cozido na côdea e claro está, no miolo.   Pois era tão desmedido na fome de o mundo ver Que o seu olhar se parecia com… Continue reading Era uma vez um anão gigante – Canto II

Artes & Cultura, Rubricas, Viagens & Lazer

Se é para comer, venham os Novos e os Velhos!

O Velho Novo, Fevereiro 2019, Ferragudo Fazendo justiça a um hábito da juventude mais vivida, o Velho gosta de estar naquela esquina fresca e soalheira da Manuel Teixeira Gomes, e talvez por honra ao patrono seja também boémio, franco e artista. Daquele cantinho pitoresco, recheado de artefactos do seu tempo, o Velho é sempre Novo… Continue reading Se é para comer, venham os Novos e os Velhos!

Artes & Cultura, Nas Asas da Poesia, Rubricas

Era uma vez um anão gigante – Canto I

Canto I Era uma vez um anão que tinha sonhos gigantes. Mesmo desperto sonhava coisas tão exuberantes Que a vizinhança o dizia meio homem, meio tolo, Pão mal cozido na côdea e claro está, no miolo.   Pois era tão desmedido na fome de o mundo ver Que o seu olhar se parecia com aquela… Continue reading Era uma vez um anão gigante – Canto I

Artes & Cultura, Editorial, Rubricas

Editorial – Fevereiro

Janeiro foi um mês em cheio: houve Saramago, Star Wars, Poesia e Samurais fizeram harakiri a uma mui honrada rubrica. O Grifo voou até nós, fazendo sombra a tantos bons malandros que se deliciavam com o pão do Chef Alex, que é vida para quem o come, de dia ou quando a noite cai. Esta, ainda… Continue reading Editorial – Fevereiro

Artes & Cultura, E o Chef diz, Rubricas

E o Chef diz: São rosas, senhor! São rosas.

Como pão é uma das coisas indispensáveis na mesa portuguesa hoje decidimos trazer  receita de pão caseiro. É uma receita simples e de fácil preparação em casa. Ora então, precisamos de: Mix 1 1,5 kg de farinha de trigo T45 40 gr de sal fino Um pouco de farinha para polvilhar Mix 2 800 gr… Continue reading E o Chef diz: São rosas, senhor! São rosas.

Ambiente & Cidadania, Artes & Cultura, Crónica Social, Rubricas

Carta a quem não gosta de ler

Pois é, caro amigo, isto de gostos, dizem que não se discutem. Discordo, claro. Entendo que será bom que os gostos se discutam porque também valorizo a discussão enquanto debate de ideias e perspectivas. Confesso que gosto de ler. Mais um bocadinho e era uma rata de biblioteca. Aliás, acho que só não sou porque… Continue reading Carta a quem não gosta de ler

Artes & Cultura, Nas Asas da Poesia, Rubricas

A Lenda – Canto IV

Canto I Era uma vez… o vazio, Uma vasta imensidão negra e oca Sem ganância, nem fastio, Sem repugnância, nem estio, Sem a humanidade louca Presa por um fio, Apenas… frio.   Frio, pois o vazio sem estio nunca ouviu que se podia aquecer, Sem saber, pudera jamais perceber o quão bem sabe o calor,… Continue reading A Lenda – Canto IV