Artes & Cultura, Nas Asas da Poesia, Rubricas

A Rosa e o Cravo – Canto I

Canto I   Oh Rosa, onde foste p’la tarde? Oh Rosa, onde foste p’la tarde?   Fui ao campo ver o prado. Fui ao campo ver o prado.   Oh Rosa, que trazes tu do campo? Oh Rosa, que trazes tu do campo?   Flores frescas e bonitas. Flores frescas e bonitas.   Oh Rosa,… Continue reading A Rosa e o Cravo – Canto I

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A Transformação do Oceano – Canto IV

Canto I  Era uma vez um oceano que tinha secado E num imenso deserto se havia tornado E, a cada momento, ousava sonhar Com um passado ao qual desejava voltar.   O sol lá bem alto no céu a brilhar, O calor que tudo conseguiu secar E a chuva que não mais se viu a… Continue reading A Transformação do Oceano – Canto IV

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A Transformação do Oceano – Canto III

Canto I  Era uma vez um oceano que tinha secado E num imenso deserto se havia tornado E, a cada momento, ousava sonhar Com um passado ao qual desejava voltar.   O sol lá bem alto no céu a brilhar, O calor que tudo conseguiu secar E a chuva que não mais se viu a… Continue reading A Transformação do Oceano – Canto III

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A Transformação do Oceano – Canto II

Canto I  Era uma vez um oceano que tinha secado E num imenso deserto se havia tornado E, a cada momento, ousava sonhar Com um passado ao qual desejava voltar.   O sol lá bem alto no céu a brilhar, O calor que tudo conseguiu secar E a chuva que não mais se viu a… Continue reading A Transformação do Oceano – Canto II

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A Transformação do Oceano – Canto I

Era uma vez um oceano que tinha secado E num imenso deserto se havia tornado E, a cada momento, ousava sonhar Com um passado ao qual desejava voltar.   O sol lá bem alto no céu a brilhar, O calor que tudo conseguiu secar E a chuva que não mais se viu a cair Tiraram-lhe… Continue reading A Transformação do Oceano – Canto I

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Era uma vez um anão gigante – Canto IV

Canto I   Era uma vez um anão que tinha sonhos gigantes. Mesmo desperto sonhava coisas tão exuberantes Que a vizinhança o dizia meio homem, meio tolo, Pão mal cozido na côdea e claro está, no miolo.   Pois era tão desmedido na fome de o mundo ver Que o seu olhar se parecia com… Continue reading Era uma vez um anão gigante – Canto IV

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Era uma vez um anão gigante – Canto III

Canto I   Era uma vez um anão que tinha sonhos gigantes. Mesmo desperto sonhava coisas tão exuberantes Que a vizinhança o dizia meio homem, meio tolo, Pão mal cozido na côdea e claro está, no miolo.   Pois era tão desmedido na fome de o mundo ver Que o seu olhar se parecia com… Continue reading Era uma vez um anão gigante – Canto III

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Era uma vez um anão gigante – Canto II

Canto I   Era uma vez um anão que tinha sonhos gigantes. Mesmo desperto sonhava coisas tão exuberantes Que a vizinhança o dizia meio homem, meio tolo, Pão mal cozido na côdea e claro está, no miolo.   Pois era tão desmedido na fome de o mundo ver Que o seu olhar se parecia com… Continue reading Era uma vez um anão gigante – Canto II

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Era uma vez um anão gigante – Canto I

Canto I Era uma vez um anão que tinha sonhos gigantes. Mesmo desperto sonhava coisas tão exuberantes Que a vizinhança o dizia meio homem, meio tolo, Pão mal cozido na côdea e claro está, no miolo.   Pois era tão desmedido na fome de o mundo ver Que o seu olhar se parecia com aquela… Continue reading Era uma vez um anão gigante – Canto I

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A Lenda – Canto IV

Canto I Era uma vez… o vazio, Uma vasta imensidão negra e oca Sem ganância, nem fastio, Sem repugnância, nem estio, Sem a humanidade louca Presa por um fio, Apenas… frio.   Frio, pois o vazio sem estio nunca ouviu que se podia aquecer, Sem saber, pudera jamais perceber o quão bem sabe o calor,… Continue reading A Lenda – Canto IV