Artes & Cultura

As Teias da Primeira Revolução Portuguesa – Lançamento

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Esta sexta-feira, dia 11 de Maio, a Obnósis Editora lançará o seu mais recente título! Desta feita, trata-se de um romance histórico escrito pela pena de Valentino Viegas, professor universitário e historiador com uma dezena de obras publicadas em vários períodos históricos, diferentes panos de fundo culturais e num leque de geografias, de Portugal a Goa, passando por Angola e Moçambique.

Este livro, “As teias da primeira revolução Portuguesa” de seu nome, promete uma viagem para o ocaso da I Dinastia, aquando a falta de descendência masculina de D. Fernando I de Portugal abriu as portas para a pretensão Castelhana de se apoderar do reino. Era a crise de 1383-1385 ou a “primeira revolução Portuguesa” nas palavras do autor, na qual se daria a, por mais famosa, batalha de Aljubarrota e de que sairia coroado um filho bastardo de um rei, D. João I, o mestre de Avis.

Para quem se interessa pela história de Portugal ou tenha curiosidade em conhecer um dos seus períodos históricos mais interessantes no qual viveram personagens embutidos no nosso imaginário, para além do próprio mestre de Avis, D. Nuno Álvares Pereira, o santo condestável, e a não menos mí(s)tica padeira de Aljubarrota, que consta, ainda vende pão com chouriço de Castelhano à beira da IC2 no sentido Batalha – Rio Maior, sintam-se convidados a aparecer na Casa de Goa, em Lisboa (morada abaixo), pelas 18h30. O evento contará ainda com a presença do Suryá, Grupo de Canto e Danças Tradicionais de Goa!

Boas leituras, e até lá!

Nuno Soares

P.S.: Para os mais ávidos, deixo uma pequena passagem do livro:

“Naquele início do mês de Dezembro de 1383 o ar tinha arrefecido em demasia na cidade de Lisboa e arredores. A temperatura baixara de forma brusca. Os mais preconceituosos garantiam ser sinal de mau presságio. Enquanto o frio castigava os ossos, o vento cortante encaminhava, por entre as células mais sensíveis, mensagens geradoras de inquietação, medo e temor. Indubitavelmente, algo de muito grave estava prestes a acontecer. Não, não era o frio que mais preocupava as pessoas, mas a neblina estranha a pairar no ar causadora de tantos arrepios gélidos e incontroláveis. Nos seus movimentos de vaivém constante parecia falar baixinho com os caminhantes e segredar a proximidade da morte, seguida de tumultos, sofrimentos e guerra, guerra e mais guerra.”

Morada do evento:

Casa de Goa – Calçada do Livramento, 17, 1350-188 Lisboa (Alcântara)

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